As diretrizes de José Fogaça para a área da segurança - Correio do Povo, 24/09/2010.
Recomposição dos serviços públicos de segurança. Elaborar e executar um programa permanente de investimentos em recursos humanos e materiais.
Estimular e incentivar práticas de maior transparência nas políticas de segurança pública, visando melhorar os canais de comunicação e informação entre agentes públicos e a sociedade.
Articular políticas de segurança pública com os programas e ações de governo no âmbito do desenvolvimento e da governança regionalizada.
Otimizar parcerias com as prefeituras e comunidades locais. Institucionalizar os Conselhos municipais de segurança pública - os conselhos devem ter seu papel valorizado e ampliado para auxiliar a PC e a BM em ações preventivas.
Sistema de Justiça Criminal Integrado e Cooperativo - Comitê permanente integrado por Poder Judiciário, Ministério Público e Governo (Polícia e Sistema Prisional). Integração através do Conselho Estadual de Segurança Pública.
Aumento do efetivo da BM. Recompor meta histórica de três policiais para cada mil habitantes.
Recuperação e modernização da estrutura de policiamento preventivo. Investimentos em comunicação.
Ampliação do quadro de delegados e investigadores. Investimentos em tecnologia da informação e logística.
Ações integradas permanentes entre PC e BM.
Zerar déficit de vagas prisionais, criar 10 mil vagas prisionais. Serão priorizadas a construção ou a ampliação de unidades de médio porte adequadas ao perfil de periculosidade dos presos.
Reinserção social e produtiva de ex-apenados ao mercado de trabalho mediante um sistema de incentivo à empregabilidade.
Desenvolver programas direcionados à capacitação profissional e formação educacional dos apenados.
Prevenção do uso de drogas e álcool.
Prevenção do uso de drogas e álcool.
Recuperação de jovens infratores em parceria com o setor privado.
Aqui vamos postar os planos dos partidos e as promessas dos políticos brasileiros durante a campanha e no exercício durante do mandato. Servirá para o povo cobrar, comparar, associar, aplaudir e reeleger quem executar o que promete.
sábado, 25 de setembro de 2010
Fogaça fala a servidores sobre propostas para o setor público
Fogaça fala a servidores sobre propostas para o setor público - Gabriela Lontra - Portal do PMDB, Seg, 30 de Agosto de 2010 14:26
Altas propostas do candidato ao governo do Estado José Fogaça para melhorar os serviços públicos e a situação dos servidores serão apresentadas, nesta segunda-feira (30) à tarde, em evento promovido por entidades representativas do funcionalismo. O peemedebista participa, às 14 horas, no Hotel Embaixador, em Porto Alegre, do painel A Valorização dos Serviços e dos Servidores Públicos. A organização é da Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do RS (Fessergs), Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM/RS), Associação Beneficente Antonio Mendes Filho da Brigada Militar (Abamf) e do Sindicato dos Técnicos Científicos do RS (Sintergs).
O candidato da coligação Juntos pelo Rio Grande (PMDB-PDT-PSDC-PTN) garante que a qualificação dos servidores será uma das prioridades de seu governo, "porque eles formam a inteligência viva do setor público". Além da capacitação, outra meta de Fogaça é recompor o quadro funcional para melhor atender a demandas importantes da população, como em saúde, educação e segurança.
"Não é possível que se diminuam despesas contratando menos funcionários. As dificuldades financeiras geraram cortes de gastos nas últimas décadas, e os serviços públicos foram sendo empobrecidos", diz ele. De acordo com o candidato, o número de servidores estaduais cresceu apenas 0,6% entre 1998 e 2008, enquanto a quantidade de aposentados, nesses dez anos, aumentou 16,8%.
Ele ressalta que a desproporção entre o número de pessoas que deixam o serviço público e o número de servidores repostos vem ampliando a falta de pessoal. Para Fogaça, a carência é mais grave ainda na Segurança Pública, porque só a Polícia Civil, hoje, tem metade do efetivo necessário. "O grande dever do Estado é prestar serviços à sociedade, e isso se faz com gente qualificada e em quantidade suficiente", argumenta.
No seu entender, deve haver um investimento gradativo, concentrado, efetivo e duradouro na expansão de recursos humanos.
Altas propostas do candidato ao governo do Estado José Fogaça para melhorar os serviços públicos e a situação dos servidores serão apresentadas, nesta segunda-feira (30) à tarde, em evento promovido por entidades representativas do funcionalismo. O peemedebista participa, às 14 horas, no Hotel Embaixador, em Porto Alegre, do painel A Valorização dos Serviços e dos Servidores Públicos. A organização é da Federação Sindical dos Servidores Públicos no Estado do RS (Fessergs), Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM/RS), Associação Beneficente Antonio Mendes Filho da Brigada Militar (Abamf) e do Sindicato dos Técnicos Científicos do RS (Sintergs).
O candidato da coligação Juntos pelo Rio Grande (PMDB-PDT-PSDC-PTN) garante que a qualificação dos servidores será uma das prioridades de seu governo, "porque eles formam a inteligência viva do setor público". Além da capacitação, outra meta de Fogaça é recompor o quadro funcional para melhor atender a demandas importantes da população, como em saúde, educação e segurança.
"Não é possível que se diminuam despesas contratando menos funcionários. As dificuldades financeiras geraram cortes de gastos nas últimas décadas, e os serviços públicos foram sendo empobrecidos", diz ele. De acordo com o candidato, o número de servidores estaduais cresceu apenas 0,6% entre 1998 e 2008, enquanto a quantidade de aposentados, nesses dez anos, aumentou 16,8%.
Ele ressalta que a desproporção entre o número de pessoas que deixam o serviço público e o número de servidores repostos vem ampliando a falta de pessoal. Para Fogaça, a carência é mais grave ainda na Segurança Pública, porque só a Polícia Civil, hoje, tem metade do efetivo necessário. "O grande dever do Estado é prestar serviços à sociedade, e isso se faz com gente qualificada e em quantidade suficiente", argumenta.
No seu entender, deve haver um investimento gradativo, concentrado, efetivo e duradouro na expansão de recursos humanos.
Propostas do plano de governo de Tarso Genro
Propostas do plano de governo de Tarso Genro - Correio do Povo, 27/07/2010
Educação - Democratização da gestão, do acesso à escola e do acesso ao conhecimento com qualidade social. Revitalização e consolidação da Uergs, criação ProUniRS, diálogo com o Cpers.
Saúde - Compromisso com o Sistema Único de Saúde (SUS), universal, gratuito e de qualidade, recuperação do investimento mínimo constitucional orçamentário de 12% na área da saúde.
Desenvolvimento Econômico - Aumento da capacidade de investimentos com o apoio do sistema financeiro estadual: Banrisul, Caixa RS e BRDE. Recuperação das funções públicas do Estado. Sintonizar e incorporar o Estado ao projeto nacional: PAC 1 e 2. Criação do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. Ter uma gestão focada em planejamentos microrregionais de desenvolvimento do Estado. Promover o avanço econômico e social com distribuição de renda.
Segurança Pública - Recuperar os efetivos dos servidores da segurança pública e seus equipamentos. Qualificar e reestruturar o sistema prisional gaúcho diante do colapso de vagas e da superlotação. Buscar, a partir de 2014, um piso salarial mínimo para os policiais, como está sendo defendido pelo Ministério da Justiça. Criação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) no Rio Grande do Sul, combinando políticas preventivas, inteligência policial e reforço qualificado da estrutura preventiva e ostensiva do Estado. Conjugar o trabalho das polícias estaduais com a Polícia Federal no combate à corrupção, ao contrabando, ao abigeato e outros crimes federais que afetam o Estado.
Serviços Públicos - Recuperar o diálogo e instituir uma Comissão Permanente de Negociação entre governo e servidores públicos. Valorização dos servidores, salários e condições de trabalho aliado à busca da eficiência na prestação de serviços.
Meio Ambiente - Plano estratégico para enfrentar calamidades climáticas, como secas, enchentes e ciclones.
Equilíbrio Fiscal - Buscar o equilíbrio das contas para recuperar a capacidade de investimento da gestão. Recuperar o papel indutor do Estado, buscando o equilíbrio fiscal sem comprometer o desenvolvimento e as políticas públicas.
Educação - Democratização da gestão, do acesso à escola e do acesso ao conhecimento com qualidade social. Revitalização e consolidação da Uergs, criação ProUniRS, diálogo com o Cpers.
Saúde - Compromisso com o Sistema Único de Saúde (SUS), universal, gratuito e de qualidade, recuperação do investimento mínimo constitucional orçamentário de 12% na área da saúde.
Desenvolvimento Econômico - Aumento da capacidade de investimentos com o apoio do sistema financeiro estadual: Banrisul, Caixa RS e BRDE. Recuperação das funções públicas do Estado. Sintonizar e incorporar o Estado ao projeto nacional: PAC 1 e 2. Criação do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. Ter uma gestão focada em planejamentos microrregionais de desenvolvimento do Estado. Promover o avanço econômico e social com distribuição de renda.
Segurança Pública - Recuperar os efetivos dos servidores da segurança pública e seus equipamentos. Qualificar e reestruturar o sistema prisional gaúcho diante do colapso de vagas e da superlotação. Buscar, a partir de 2014, um piso salarial mínimo para os policiais, como está sendo defendido pelo Ministério da Justiça. Criação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) no Rio Grande do Sul, combinando políticas preventivas, inteligência policial e reforço qualificado da estrutura preventiva e ostensiva do Estado. Conjugar o trabalho das polícias estaduais com a Polícia Federal no combate à corrupção, ao contrabando, ao abigeato e outros crimes federais que afetam o Estado.
Serviços Públicos - Recuperar o diálogo e instituir uma Comissão Permanente de Negociação entre governo e servidores públicos. Valorização dos servidores, salários e condições de trabalho aliado à busca da eficiência na prestação de serviços.
Meio Ambiente - Plano estratégico para enfrentar calamidades climáticas, como secas, enchentes e ciclones.
Equilíbrio Fiscal - Buscar o equilíbrio das contas para recuperar a capacidade de investimento da gestão. Recuperar o papel indutor do Estado, buscando o equilíbrio fiscal sem comprometer o desenvolvimento e as políticas públicas.
SAÚDE E SEGURANÇA - Candidatos ao Piratini defendem propostas
Candidatos ao Piratini defendem propostas para saúde e segurança. Pesquisa do Ibope apontou os dois setores como prioridades para o eleitor gaúcho - Alexandre Haubrich, iG Porto Alegre | 16/07/2010 13:12
No início da semana, o Ibope divulgou pesquisa que mostra que, para parcela significativa dos gaúchos, saúde (34%) e segurança pública (23%) devem ser as prioridades do próximo governo estadual. O iG entrou em contato com os principais candidatos ao Piratini para que o eleitor possa conhecer as propostas de cada um deles relativas aos dois temas. Mesmo após quatro dias de reiteradas tentativas, no entnto, a candidata do PSDB, governadora Yeda Crusius, não apresentou à reportagem suas propostas.
Saúde
Tarso Genro (PT): “Aumento do investimento na área da saúde e cumprimento do que prevê a constituição. Ampliação das equipes do Programa de Saúde da Família (PSFs) que atuam na prevenção. Criação das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) que realizam atendimentos menos complexos. E construção de hospitais regionais, especializados em atendimentos mais complexos que diminuiriam os grandes deslocamentos de pacientes em ambulâncias”.
José Fogaça (PMDB): “É prioridade expandir a atenção básica, principalmente por meio do Programa Saúde da Família (PSF), e fortalecer os hospitais regionais, garantido recursos via convênios, equipamentos e melhores serviços para atender às necessidades da população. É preciso ter resolutividade local, sem depender de centros médios. É importante, estratégico e essencial fortalecer os hospitais regionais e municipais. Outro ponto prioritário serão os investimentos em planejamento familiar, na redução das ocorrências da violência e na produção de pesquisa e medicamentos. Tornar o Rio Grande do Sul um estado que seja referência em cuidados com crianças, idosos e mulheres. Nenhum esforço pela saúde financeira se justifica se não for para colocar os recursos a serviço da qualificação dos serviços públicos”.
Pedro Ruas (PSOL): “Os recursos que hoje vão para a dívida injusta que o Rio Grande do Sul paga a União seriam suficientes para construir 42 hospitais de média complexidade ou 5961 equipes da saúde da família por ano. Com o combate à corrupção também haverá mais recursos. As propostas específicas são: investir 12% das receitas em saúde, como orienta a Emenda Constitucional 29; garantir investimentos aos municípios na contratação de agentes comunitários que previnam e combatam as doenças epidêmicas; combater as chamadas “ambulancioterapia”, “vanterapia” e “onibusterapia”, diagnosticando os municípios com piores índices de rede de saúde para aportar financeiramente, criando pelo menos um pólo de referência em saúde em cada uma das 28 regiões do COREDES; dinheiro público apenas para a saúde pública; retomar Laboratório Farmacêutico do Estado (LAFERGS), abandonado há mais de 20 anos, garantindo a produção de medicamentos de uso continuado; mutirões de Saúde: missões públicas de estudantes e profissionais da área, baseados numa concepção preventiva de saúde e em intercâmbio com o governo cubano para troca de experiências no setor”.
Segurança Pública
Tarso Genro (PT): “O destaque será a implantação do Pronasci na sua integralidade. Integração entre as Policias com a criação de um gabinete integrado de segurança pública. Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal também terão espaço. Aparelhamento dos órgãos de segurança. Além de políticas públicas de prevenção com foco prioritário nos jovens. Criação das Unidades de Polícia Pacificadora. Os agentes passam a ser referências nas comunidades onde atuam já que não trabalham apenas com a repressão, mas também elaborando atividades em conjunto com a comunidade (espécie de polícia comunitária)”.
José Fogaça (PMDB): “Segurança pública é um dever do Estado e só depende de gente capacitada, qualificada e em quantidade suficiente. Nos últimos anos houve um sucateamento dos serviços nessa área, principalmente por falta de investimentos. A primeira questão é aumentar os efetivos das duas forças policiais – tanto para a Brigada Militar e quanto para a Polícia Civil. Deve haver um investimento gradativo concentrado, efetivo e duradouro na expansão do contingente policial. É preciso ainda ampliar a oferta de vagas no sistema prisional”.
Pedro Ruas (PSOL): “As ações se darão de maneira integrada a outras áreas, especialmente com políticas de distribuição de renda, educação, cultura, saúde, assistência social e planejamento. As propostas específicas são: valorização dos trabalhadores em segurança pública; reestruturação dos órgãos de segurança pública para acabar com a dupla entrada que causa cisão entre as categorias e atuar para maior integração das atividades policiais; implementação do Programa de Resistência às Drogas e a Violência (PROERD) - mais de 60% dos crimes violentos (homicídios e latrocínios) são motivados pelas drogas, sejam lícitas ou ilícitas – que vai atacar a raiz do problema com ações educativas em escolas e comunidades; aumento do efetivo policial; defesa dos presídios públicos, melhorando a situação dos apenados e dando oportunidades de estudo e trabalho”.
No início da semana, o Ibope divulgou pesquisa que mostra que, para parcela significativa dos gaúchos, saúde (34%) e segurança pública (23%) devem ser as prioridades do próximo governo estadual. O iG entrou em contato com os principais candidatos ao Piratini para que o eleitor possa conhecer as propostas de cada um deles relativas aos dois temas. Mesmo após quatro dias de reiteradas tentativas, no entnto, a candidata do PSDB, governadora Yeda Crusius, não apresentou à reportagem suas propostas.
Saúde
Tarso Genro (PT): “Aumento do investimento na área da saúde e cumprimento do que prevê a constituição. Ampliação das equipes do Programa de Saúde da Família (PSFs) que atuam na prevenção. Criação das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) que realizam atendimentos menos complexos. E construção de hospitais regionais, especializados em atendimentos mais complexos que diminuiriam os grandes deslocamentos de pacientes em ambulâncias”.
José Fogaça (PMDB): “É prioridade expandir a atenção básica, principalmente por meio do Programa Saúde da Família (PSF), e fortalecer os hospitais regionais, garantido recursos via convênios, equipamentos e melhores serviços para atender às necessidades da população. É preciso ter resolutividade local, sem depender de centros médios. É importante, estratégico e essencial fortalecer os hospitais regionais e municipais. Outro ponto prioritário serão os investimentos em planejamento familiar, na redução das ocorrências da violência e na produção de pesquisa e medicamentos. Tornar o Rio Grande do Sul um estado que seja referência em cuidados com crianças, idosos e mulheres. Nenhum esforço pela saúde financeira se justifica se não for para colocar os recursos a serviço da qualificação dos serviços públicos”.
Pedro Ruas (PSOL): “Os recursos que hoje vão para a dívida injusta que o Rio Grande do Sul paga a União seriam suficientes para construir 42 hospitais de média complexidade ou 5961 equipes da saúde da família por ano. Com o combate à corrupção também haverá mais recursos. As propostas específicas são: investir 12% das receitas em saúde, como orienta a Emenda Constitucional 29; garantir investimentos aos municípios na contratação de agentes comunitários que previnam e combatam as doenças epidêmicas; combater as chamadas “ambulancioterapia”, “vanterapia” e “onibusterapia”, diagnosticando os municípios com piores índices de rede de saúde para aportar financeiramente, criando pelo menos um pólo de referência em saúde em cada uma das 28 regiões do COREDES; dinheiro público apenas para a saúde pública; retomar Laboratório Farmacêutico do Estado (LAFERGS), abandonado há mais de 20 anos, garantindo a produção de medicamentos de uso continuado; mutirões de Saúde: missões públicas de estudantes e profissionais da área, baseados numa concepção preventiva de saúde e em intercâmbio com o governo cubano para troca de experiências no setor”.
Segurança Pública
Tarso Genro (PT): “O destaque será a implantação do Pronasci na sua integralidade. Integração entre as Policias com a criação de um gabinete integrado de segurança pública. Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal também terão espaço. Aparelhamento dos órgãos de segurança. Além de políticas públicas de prevenção com foco prioritário nos jovens. Criação das Unidades de Polícia Pacificadora. Os agentes passam a ser referências nas comunidades onde atuam já que não trabalham apenas com a repressão, mas também elaborando atividades em conjunto com a comunidade (espécie de polícia comunitária)”.
José Fogaça (PMDB): “Segurança pública é um dever do Estado e só depende de gente capacitada, qualificada e em quantidade suficiente. Nos últimos anos houve um sucateamento dos serviços nessa área, principalmente por falta de investimentos. A primeira questão é aumentar os efetivos das duas forças policiais – tanto para a Brigada Militar e quanto para a Polícia Civil. Deve haver um investimento gradativo concentrado, efetivo e duradouro na expansão do contingente policial. É preciso ainda ampliar a oferta de vagas no sistema prisional”.
Pedro Ruas (PSOL): “As ações se darão de maneira integrada a outras áreas, especialmente com políticas de distribuição de renda, educação, cultura, saúde, assistência social e planejamento. As propostas específicas são: valorização dos trabalhadores em segurança pública; reestruturação dos órgãos de segurança pública para acabar com a dupla entrada que causa cisão entre as categorias e atuar para maior integração das atividades policiais; implementação do Programa de Resistência às Drogas e a Violência (PROERD) - mais de 60% dos crimes violentos (homicídios e latrocínios) são motivados pelas drogas, sejam lícitas ou ilícitas – que vai atacar a raiz do problema com ações educativas em escolas e comunidades; aumento do efetivo policial; defesa dos presídios públicos, melhorando a situação dos apenados e dando oportunidades de estudo e trabalho”.
Tarso apresenta a policiais civis propostas para a Segurança Pública
Tarso apresenta a policiais civis propostas para a Segurança Pública - Nubia Silveira - O sul21, 26/08/2010 - Com informações da assessoria do candidato
O candidato da Unidade Popular Pelo Rio Grande, Tarso Genro (PT), apresentou, nesta quarta-feira (25), aos servidores da Polícia Civil, suas propostas na área de Segurança Pública. “Só teremos a redução da criminalidade se houver também a qualificação e valorização dos profissionais das corporações”, garantiu Tarso, lembrando que o compromisso da coligação é, junto com a categoria, atualizar o Plano de Carreira dos policiais civis e conceder aposentadoria especial à corporação.
Entre as propostas apresentadas pelo candidato estão a criação, no estado, do Pronasci, criado por Tarso quando ministro da Justiça, e um programa gaúcho de segurança com cidadania. O programa prevê a instalação, em parceria com os municípios, de Áreas Integradas de Segurança Pública e Territórios da Paz, em todas as regiões do Rio Grande do Sul.
O candidato reconhece que não há desenvolvimento sem segurança pública. E para haver segurança é necessário, segundo a Unidade Popular Pelo Rio Grande, recuperar os efetivos dos servidores da segurança pública, agentes penitenciários, peritos, bombeiros e seus equipamentos, qualificar e reestruturar o sistema prisional, diante do colapso de vagas e da superlotação e, ainda, buscar um piso salarial mínimo para os policiais, como está sendo defendido pelo Ministério da Justiça.
O candidato da Unidade Popular Pelo Rio Grande, Tarso Genro (PT), apresentou, nesta quarta-feira (25), aos servidores da Polícia Civil, suas propostas na área de Segurança Pública. “Só teremos a redução da criminalidade se houver também a qualificação e valorização dos profissionais das corporações”, garantiu Tarso, lembrando que o compromisso da coligação é, junto com a categoria, atualizar o Plano de Carreira dos policiais civis e conceder aposentadoria especial à corporação.
Entre as propostas apresentadas pelo candidato estão a criação, no estado, do Pronasci, criado por Tarso quando ministro da Justiça, e um programa gaúcho de segurança com cidadania. O programa prevê a instalação, em parceria com os municípios, de Áreas Integradas de Segurança Pública e Territórios da Paz, em todas as regiões do Rio Grande do Sul.
O candidato reconhece que não há desenvolvimento sem segurança pública. E para haver segurança é necessário, segundo a Unidade Popular Pelo Rio Grande, recuperar os efetivos dos servidores da segurança pública, agentes penitenciários, peritos, bombeiros e seus equipamentos, qualificar e reestruturar o sistema prisional, diante do colapso de vagas e da superlotação e, ainda, buscar um piso salarial mínimo para os policiais, como está sendo defendido pelo Ministério da Justiça.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
O MARAVILHOSO MUNDO DAS PROMESSAS
VISITE ESTE PORTAL.
No Cena Eleitoral, o cientista político Benedito Tadeu César e as jornalistas Letícia Duarte e Vivian Eichler analisam as promessas de campanha e dão dicas de como o eleitor pode diferenciar o blablablá das propostas viáveis. Video zerohora.com
http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=137898&channel=270
No Cena Eleitoral, o cientista político Benedito Tadeu César e as jornalistas Letícia Duarte e Vivian Eichler analisam as promessas de campanha e dão dicas de como o eleitor pode diferenciar o blablablá das propostas viáveis. Video zerohora.com
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Eleições 2010. O maravilhoso mundo das promessas de campanha

Eleições 2010. O maravilhoso mundo das promessas de campanha. Dilma garante que vai erradicar a miséria no Brasil, Serra jura que vai mandar remédios pelos Correios. Seremos o país perfeito em 2015? - Por Hugo Souza - 1/09/2010 - Opinião e Notícia
Uma das novidades para as eleições deste ano é a obrigatoriedade de os postulantes a cargos do executivo apresentarem programas de governo no ato do registro de suas candidaturas na Justiça Eleitoral. O objetivo da nova norma é obter algum compromisso dos candidatos, que costumam ser ruins de compromisso, e não só aqui no Brasil. Barack Obama, por exemplo, cumpriu a promessa feita na campanha de 2008 nos EUA de retirar as tropas norte-americanas do Iraque até o dia 31 de agosto de 2010, ainda que vá deixar nada menos do que 50 mil soldados por lá até o final de 2011, por via das dúvidas.
Visando render o presidente Lula no início do ano que vem, a candidata governista ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, já chegou a prometer que conduzirá todos os miseráveis do Brasil pelos degraus da ascensão social até a classe média, “pelo menos”, e enfatizou: “ainda nesta década”. Caso ela venha a ser eleita a primeira mulher presidente da República da história deste país, os hipertensos e diabéticos poderão dormir mais sossegados, porque a petista garantiu que irá universalizar os tratamentos para estes doentes. Dilma também prometeu baixar os juros básicos da economia “a níveis internacionais” até 2014, e já fez a promessa estranha e incômoda (não pelo prometido, mas pela necessidade de prometer) de não censurar a imprensa.
José Serra parece não querer ficar para trás no campo das promessas com grandes chances de não serem cumpridas, ou de serem cumpridas à moda da retirada dos soldados norte-americanos do Iraque. Em visita a Pernambuco, o tucano garantiu a uma plateia de três mil pessoas que, uma vez eleito, acumulará a presidência da República e a presidência da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) nos seis primeiros meses do seu mandato. Serra prometeu, por exemplo, construir 400 quilômetros de metrô em todo o Brasil, sendo que no Rio da Janeiro, ao fim de um eventual novo governo do PSDB, os moradores da baixada fluminense poderiam ir e voltar da capital todos os dias nos confortáveis vagões de um metrô de superfície.
‘Promessômetro’
José Serra também já se comprometeu a enviar remédios pelos Correios para pacientes crônicos. Serra, aliás, adotou como uma espécie de slogan para sua campanha a frase : “Não prometo. Anuncio”. Trata-se de uma tentativa de se descolar da má fama dos políticos em geral, sobre os quais pesa a percepção de que o que falam não se escreve. A candidata do PV à chefia do Estado brasileiro, Marina Silva, tentou fazer o mesmo ao dizer: “A eleição é um período mágico. Aquilo que não foi feito, que era impossível, torna-se de uma facilidade incrível. Se é tão mágico, por que levar 16 anos?”.
Dezesseis anos: oito do PSDB mais oito do PT. Para pelo menos quatro anos de um improvável governo “verde”, as promessas de Marina ficam mesmo no campo das generalidades: trabalhar pelos mais pobres, lutar contra todas as formas de discriminação, combater a corrupção, e reduzir os gastos públicos. Em sua candidatura, o que se destaca mesmo enquanto promessas difíceis de acreditar são aquelas visando o próprio “período mágico” das eleições: neutralizar todas as emissões de carbono feitas por sua campanha e não atacar os adversários. Já Plínio Arruda Sampaio, do PSOL, não chegou a prometer, mas já falou em extinguir o Senado. Por outro lado, Rui Pimenta, candidato a presidente pelo PCO, foi bem claro quando prometeu dissolver o Congresso Nacional.
Recentemente três estudantes universitários gaúchos tiveram a ideia de criar um site chamado “Promessas de políticos” (http://www.promessasdepoliticos.com.br/) para monitorar os compromissos assumidos pelos candidatos à presidência da República junto ao eleitorado. Nesta quarta-feira, 1º, o contador de promessas do site, o “Promessômetro”, indicava liderança de Dilma, com 93 promessas, contra 87 de Serra e 67 de Marina. Plínio não aparece com um número significativo de compromissos assumidos na campanha, mas ele é um dos candidatos que até agora mais capricharam na auto-confiança, por assim dizer, ao prometer um salário mínimo de R$ 2 mil.
Caro leitor,
Até que ponto você acredita nas promessas feitas pelos políticos em campanha eleitoral?
Qual promessa até agora você acha mais difícil de acreditar?
Você acha que deveria haver alguma espécie de punição para políticos que prometem demais e cumprem de menos?
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